© 2019 Bartleby Toon

  • Black Facebook Icon
  • Black Instagram Icon
  • Black Twitter Icon
  • Black YouTube Icon

José Valente continua a percorrer um trilho desassossegado, mapeado pela constante descoberta de novas possibilidades musicais para o seu instrumento, a viola d’arco, agora com o novo álbum “Serpente Infinita”. O violetista portuense revela assim a segunda etapa de uma inquietação pertinente inaugurada em 2015 com “Os Pássaros estão estragados”, desta feita tendo como ponto de partida o quotidiano enquanto terreno fértil para a apatia e para a banalidade, apresentando-nos uma peça obscura mas enérgica e virtuosa, carregada de nuances musicais cuidadosas, detalhadas e imprevisíveis, onde surge também a voz de Marta Bernardes. “Serpente Infinita”, fortemente inspirado na poesia de Ana Hatherly, foi gravado a convite do Centro Internacional de Danças e Músicas do Mundo Ibérico – Musibéria, que publica este álbum sob a alçada da sua plataforma editorial, Respirar de Ouvido.

Concerto

Serpente Infinita

Por José Valente, Marta Bernardes (convidada)

22h15 | Caixa de Brinquedos