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Manuel Freire                                    

Manuel Augusto Coentro de Pinho Freire, nascido a 25/04/42 em Vagos. Estudos secundários em Ovar e Aveiro e frequência de Engenharia em Coimbra e no Porto. Começa a cantar durante o Liceu, sendo o ano de 62 em Coimbra e os trabalhos de José Afonso, decisivos para a continuação dessa actividade que exerce fundamentalmente aos Sábados e Domingos. Desde então canta poetas portugueses (Carlos de Oliveira, Sidónio Muralha, José Gomes Ferreira, Manuel da Fonseca, António Gedeão, Martinho Marques, José Saramago, José Fanha, Pedro Tamen, Manuel Alegre, Vitorino Nemésio, Fernando Assis Pacheco, Vasco Pereira da Costa, etc.....) um pouco por todo o país, para Associações Culturais, Sindicatos, Ass. de Estudantes, Autarquias, Escolas, Bibliotecas, Comissões de Moradores e Trabalhadores, Organizações Políticas, Iniciativas de Solidariedade, etc., ultrapassando já os 1500 espectáculos. Canta em vários países da Europa, América e África. Grava vários discos e em 1969 surge no programa de televisão “ZIP-ZIP” com a canção “Pedra Filosofal” sobre poema de António Gedeão, que contribui decisivamente para o seu conhecimento pelo “grande público”. Participa em largas dezenas de programas televisivos, compõe para Teatro e Cinema. Em 1969 recebe o prémio da “Casa da Imprensa”, em 1970 o prémio “Pozal Domingues”, em 1995 a “Ordem da Liberdade” e em 1996 a Medalha de Prata do concelho de Ovar. Não foi convidado para “Lisboa, Capital da Cultura”, “Expo 98” ou qualquer dos “10 de Junho”, mas já cantou na Atouguia, em A-dos-Loucos e na ilha do Corvo. Em Setembro de 1999 abandona a actividade profissional de que sempre sobreviveu, e dedica-se a tempo inteiro à MÚSICA e à POESIA. Em 2003 é eleito para Presidência da Sociedade Portuguesa de Autores, é reeleito em 2006 e em 2010 abandona a SPA por razões de saúde, recusando candidatar-se a novo mandato. Continua a compor, a cantar e a ir a todos os sítios onde as suas canções podem ter alguma utilidade.