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Cinema de Animação

15h00 | Quartel das Artes

História trágica com final feliz (Regina Pessoa)

Há pessoas que são diferentes. E tudo o que desejam é serem iguais aos outros, misturarem-se deliciosamente na multidão. Há quem passe o resto da vida lutando para conseguir isso, negando ou tentando abafar essa diferença. Outros assumem-na e dessa forma elevam-se, conseguindo assim um lugar... no coração.

Só por si, o cinema de animação traz-nos ínfimas possibilidades que, por motivos óbvios, a fisicalidade dos cinema de imagem real por si só não permite. A concepção imagética de um poema é, para o cinema de animação, algo cheio de ínfimas possibilidades, algo que só este cinema “sem barreiras físicas” permite. Depois, nem só directamente através dos poemas de faz um filme poético: a poesia chega-nos, tal como no dia-a-dia, nas mais variadas formas, nos mais variados contextos e através dos mais variados temas, seja musicada ou falada, onírica ou factual, para contemplar ou para inquietar. (Duração aproximada: 70’)

Não podemos viver sem o cosmos (Konstantin Bronzit)

Dois astronautas - dois amigos - treinam dia após dia para que possam fazer do seu sonho comum uma realidade, porém, esta história não se trata apenas de sonhos...

Água mole (Laura Gonçalves, Alexandra Ramires)

Os últimos habitantes de uma aldeia não se deixam submergir no esquecimento. Num mundo onde a ideia de progresso parece estar acima de tudo, esta casa flutua.

Pai e filha (Michaël Dudok de Wit)

Um pai diz adeus a sua filha. O tempo passa e a filha cresce, mas dentro dela há sempre uma profunda saudade do seu pai.

O homem que tinha medo de cair (Joseph Wallace)

A vida de Igor ficou virada do avesso após a queda de um dos seus vasos de flores, o que lhe despertou uma série de medos...

Nossa senhora da apresentação (Abi Feijó, Alice Guimarães, Daniela Duarte, Laura Gonçalves)

O resgate de um poema, escrito pelo neorrealista Álvaro Feijó em 1940, trá-lo-o de volta aos dias que o imitam. Instalando-se lentamente no coração de homens e mulheres, tornando-os refém da sua Graça, ei-la revelando toda a sua natureza, ao mesmo tempo que pronuncia, sem misericórdia, o seu nome.